aiGenda

Política de Privacidade

Última atualização: 7 de outubro de 2026

Português · English · Español. Se as versões divergirem, vale a versão em português.

Esta Política de Privacidade explica como o aiGenda ("nós") coleta, usa, compartilha e protege dados pessoais no contexto do nosso serviço de agendamento (página pública de agendamento, agenda, lembretes e assistente de inteligência artificial pelo WhatsApp) para empresas e profissionais de qualquer ramo que atendem com horário marcado. No Brasil, seguimos a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018 — LGPD), citada ao longo do texto. Fora do Brasil, seguimos também a lei de proteção de dados do país do cliente, como o GDPR na União Europeia (ver seção 10).

Aqui, "clínica" quer dizer a empresa ou o profissional que usa o aiGenda, seja qual for o ramo, e "paciente" quer dizer a pessoa que agenda com ela, seja qual for o nome que a clínica dá a essa pessoa.

1. Quem somos

O aiGenda é operado por Grande Homem Indústria e Comércio de Malhas e Artigos do Vestuário, CNPJ 43.253.292/0001-87, com sede em Petrópolis/RJ ("Controlador", em relação aos dados da clínica contratante, e "Operador", em relação aos dados dos pacientes da clínica — ver seção 3).

2. Dados que coletamos

Da empresa contratante (nossa cliente direta): nome do responsável, e-mail, telefone, documento fiscal de quem paga (no Brasil, CPF ou CNPJ), endereço, dados de pagamento (processados diretamente pelo processador de pagamento contratado — não armazenamos número de cartão), e dados de uso da plataforma.

Dos pacientes da clínica (dados que a clínica nos confia para operar o serviço): nome, número de WhatsApp, conteúdo das mensagens trocadas com a IA, e dados de agendamento (serviço, profissional, data/horário, histórico de consultas). Esses dados pertencem à relação entre a clínica e seu paciente — o aiGenda os trata como operador, seguindo as instruções da clínica.

De quem agenda pela página pública: nome, telefone, e-mail (quando a pessoa informa), o serviço e o horário escolhidos e, para barrar robôs e abuso, o endereço de IP e a verificação "Não sou um robô" do hCaptcha. Esses dados vão para a clínica, como os dos demais pacientes, e o aiGenda os trata como operador, em todos os planos, inclusive no Grátis: a clínica não "paga com dados". O aiGenda não usa os dados de quem agenda para finalidade própria, não os vende e não manda propaganda do aiGenda a essas pessoas. O e-mail de confirmação do agendamento leva a marca aiGenda, como parte do serviço.

Dado de saúde. Marcar uma consulta pode revelar informação sobre a saúde do paciente — por exemplo, a especialidade ou o procedimento procurado. A LGPD chama isso de dado pessoal sensível (art. 5º, II) e exige mais cuidado com ele. Por isso o aiGenda usa os dados dos pacientes apenas para operar o atendimento da clínica, sem nenhuma finalidade própria.

2.1 O que fica público na página da clínica

Cada clínica tem uma página pública em aigenda.app/<link>, aberta a qualquer pessoa, sem login, e que pode ser encontrada por buscadores. Nela aparece só o que a clínica preenche para a página: nome, profissão, endereço, redes sociais, fotos (capa e galeria), o campo "Informações", os serviços e os horários livres, e o botão do WhatsApp da clínica, quando ela o informa. A clínica é a responsável por esse conteúdo, inclusive pelas fotos e pela autorização de quem aparece nelas. Nenhum dado de paciente aparece na página: quem agenda vê só os horários livres, nunca quem ocupou os outros.

Quem visita a página tem o endereço de IP e a página acessada recebidos pela nossa hospedagem (Vercel, seção 5). A página não usa ferramenta de medição nem pixel de publicidade.

3. Nosso papel: operador dos dados dos pacientes

Em relação aos dados dos pacientes de cada clínica, o aiGenda atua como operador (LGPD, art. 5º, VII) — a clínica é a controladora desses dados: é ela quem decide para que eles servem e com que base legal são tratados (ver seção 4). As obrigações do aiGenda como operador estão no Anexo de tratamento de dados dos Termos de Uso.

A equipe do aiGenda não lê as conversas entre a clínica e os pacientes. Nenhuma tela interna nossa mostra essas conversas. O acesso técnico ao banco de dados e aos registros do sistema, necessário para manter o serviço funcionando, é restrito ao responsável técnico, fica sob sigilo e não é usado para ler conversa. A única exceção é investigar uma falha relatada pela clínica que só possa ser resolvida olhando a conversa — e, nesse caso, só com autorização dela, por escrito, e com registro de quem olhou, quando e por quê.

Conversa de paciente não treina inteligência artificial. O aiGenda não usa o conteúdo das conversas para treinar, ajustar ou melhorar nenhum modelo de inteligência artificial, e não entrega esse conteúdo a ninguém para essa finalidade. A assistente funciona com a OpenAI (a empresa do ChatGPT), pela conta da própria clínica. A OpenAI informa que o que chega pela API dela não é usado para treinar os modelos dela, a não ser que o dono da conta escolha expressamente compartilhar esses dados. Essa opção fica na conta da clínica, e pelos Termos de Uso ela se compromete a mantê-la desligada. A OpenAI guarda o que recebe por até 30 dias para monitorar abuso, e cada troca de mensagens com a assistente fica guardada na conta da clínica na OpenAI por pelo menos 30 dias, que é como a assistente acompanha o fio da conversa.

4. Para que usamos os dados e com que base legal

A LGPD só permite tratar dado pessoal com uma base legal (art. 7º; para dado sensível, art. 11). Abaixo, cada uso e a base em que ele se apoia.

Dados da clínica e da equipe dela — aqui o aiGenda é o controlador:

  • Criar e manter a conta e prestar o serviço (nome, e-mail e telefone do responsável e dos usuários) — execução do contrato com a clínica (art. 7º, V). Para os usuários da equipe da clínica, que não assinam o contrato, legítimo interesse do aiGenda e da clínica em dar a cada pessoa o próprio acesso (art. 7º, IX).
  • Cobrar a assinatura e emitir a nota fiscal (dados de pagamento, documento fiscal de quem paga, no Brasil CPF ou CNPJ, faturas) — execução do contrato (art. 7º, V). Guardar o registro fiscal depois do fim do contrato é cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II).
  • Avisos de operação e avisos da conta (queda da conexão do WhatsApp, problema na conta da OpenAI, cobrança, mensagens da equipe sobre a conta da própria empresa, mudança nestes textos ou nos Termos, prestador novo e incidente de segurança), por e-mail ao responsável e, para empresa do Brasil, também por WhatsApp (para empresa de fora do Brasil, só por e-mail, assim como o código de segurança) — execução do contrato (art. 7º, V). Chegam sempre, mesmo para quem recusou as novidades.
  • Novidades do aiGenda (comunicados gerais da equipe sobre o produto), por WhatsApp, no telefone que recebe os avisos do sistema, no máximo 1 por semana — legítimo interesse em apresentar o que muda no serviço contratado (art. 7º, IX). A empresa recusa quando quiser, em Configurações → Dados da Empresa, "Receber novidades do aiGenda".
  • Suporte técnico (conversas com o nosso suporte, inclusive com a assistente de suporte) — execução do contrato (art. 7º, V).
  • Segurança da conta e correção de falhas (sessão de login, aparelho conectado, verificação em duas etapas, tentativas de acesso, registro técnico de erro) — legítimo interesse em proteger as contas e o serviço (art. 7º, IX).
  • Registro de acesso ao painel (data, hora e endereço de IP de cada entrada, ligados à conta) — cumprimento de obrigação legal: o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014, art. 15) obriga a guardá-lo por 6 meses, sob sigilo (art. 7º, II). Vale para qualquer usuário do painel, de qualquer país.
  • Barrar robôs na contratação (a verificação "Não sou um robô" do hCaptcha na tela de contratar) — legítimo interesse em impedir cadastros e cobranças automatizadas e fraudulentas (art. 7º, IX).
  • Origem do cadastro (gravada no cadastro da empresa, grátis ou pago): por onde ela chegou (parâmetros de campanha, como utm_source; o rodapé da página pública de outra empresa; um convite; ou o próprio site), o domínio do site que mandou a visita, qual empresa cliente a indicou, a resposta opcional a "Como conheceu o aiGenda?" (inclusive o texto livre de "Outro", até 100 caracteres) e apenas se a visita veio de um anúncio do Google ou da Meta (sim ou não; o código do anúncio não é guardado) — legítimo interesse em saber por qual caminho as empresas chegam até nós e quais canais funcionam (art. 7º, IX). A empresa que indicou não vê quem ela trouxe. Excluir a conta apaga esses dados junto; o texto de "Outro" é apagado antes, 12 meses depois do cadastro. Pedimos que o texto de "Outro" não traga nome de pessoa.
  • Prova do aceite destes termos e defesa em eventual disputa (data do aceite, histórico de cobrança) — exercício regular de direitos (art. 7º, VI).
  • Medição de audiência no site — consentimento de quem visita (art. 7º, I), no aviso de cookies descrito na seção 6. Hoje não existe medição nenhuma.

Leis citadas, no texto oficial: LGPD (Lei 13.709/2018); RGPD (Regulamento UE 2016/679); Diretiva 2002/58/CE, versão consolidada (art. 5(3), guardar informação no aparelho).

Dados dos pacientes — aqui o aiGenda é operador: quem escolhe a base legal é a clínica, como controladora. Para o que o aiGenda faz por ela — responder o paciente, consultar horários, agendar, confirmar, remarcar, cancelar e lembrar a consulta —, as bases que normalmente se aplicam são o pedido do próprio paciente para ser atendido (art. 7º, V) e, para o que revelar informação de saúde, a tutela da saúde em procedimento realizado por profissional ou serviço de saúde (art. 11, II, "f"). Mensagens que o paciente não pediu — por exemplo, felicitação de aniversário ou convite para retorno — dependem da base que a clínica tiver para enviá-las. O aiGenda trata esses dados só conforme as instruções da clínica (art. 39) e só para:

  • Operar o agendamento automatizado (entender a mensagem do paciente, consultar disponibilidade, confirmar consultas);
  • Enviar os lembretes, confirmações e mensagens que a clínica configurar, via WhatsApp;
  • Mostrar as conversas e gerar relatórios de uso para a clínica (quantidade de agendamentos, faltas etc.);
  • Transcrever os áudios e interpretar as imagens que o paciente manda, para a assistente e a clínica entenderem.

5. Com quem compartilhamos dados

Usamos os seguintes prestadores de serviço para operar a plataforma, cada um recebendo apenas os dados necessários à sua função:

  • Meta (WhatsApp Business Platform) — envio e recebimento de mensagens de WhatsApp, incluindo os arquivos trocados na conversa;
  • OpenAI — processamento de linguagem natural para a assistente entender e responder mensagens, e transcrição de áudios (o conteúdo da conversa é enviado para gerar a resposta). É usada pela conta da própria clínica, contratada por ela diretamente; a assistente do nosso suporte usa a conta do aiGenda;
  • Supabase — banco de dados, autenticação e armazenamento dos arquivos;
  • Vercel — hospedagem do site e do painel (recebe o endereço de IP e a página acessada);
  • Stripe — processamento do pagamento da assinatura da clínica (os dados do cartão vão direto para a Stripe; o aiGenda não os vê nem armazena);
  • Resend — envio dos e-mails do sistema (recebe o nome e o e-mail de quem vai receber);
  • Z-API — canal alternativo de WhatsApp e avisos operacionais (recebe telefone e conteúdo da mensagem quando a clínica usa esse canal);
  • hCaptcha (Intuition Machines, Inc.) — verificação "Não sou um robô" na tela de contratar. O componente do hCaptcha, carregado no seu navegador, recebe diretamente o endereço de IP, dados do navegador e do aparelho (tipo de navegador, sistema, provedor de internet), a hora do acesso e a interação com a página (movimentos do mouse, toques e teclas) para distinguir pessoa de robô. O aiGenda só envia ao hCaptcha o código de resposta gerado pela verificação — nem o seu IP, nem nome, e-mail ou dado de pagamento;
  • Anthropic (Claude) — ferramenta de inteligência artificial que a nossa equipe usa para construir, operar e corrigir o sistema. Pode receber dados da conta da clínica (como nome, e-mail e configurações) quando investigamos uma falha; nunca recebe conversa de paciente.
  • GitHub (Microsoft) — onde fica o código do sistema e rodam as nossas rotinas de manutenção. Só num incidente de segurança, guarda a cópia dos registros técnicos descrita na seção 8 (que pode ter e-mail e endereço de IP de quem acessou e, eventualmente, telefone ou trecho de mensagem);

Não vendemos dados pessoais e não os compartilhamos com terceiros para publicidade de outras empresas. Cada prestador acima recebe apenas o necessário para a sua função, segundo o contrato firmado com ele e a política de privacidade dele. Antes de um prestador novo passar a receber dado de paciente, avisamos as clínicas, como descrito no Anexo de tratamento de dados dos Termos de Uso.

6. Cookies e medição de audiência

No painel (app.useaigenda.com.br) não há nenhuma ferramenta de análise de comportamento, nem pixel de publicidade. O navegador guarda apenas o necessário para o serviço funcionar: a sua sessão de login e preferências de tela (por exemplo, o menu recolhido ou o modo do aviso sonoro). Na tela de conexão do WhatsApp é carregado o componente oficial da Meta, exigido para conectar o número — sem registro de uso do painel.

No site (useaigenda.com.br), hoje não utilizamos nenhuma ferramenta de medição. Quando passarmos a usar — a previsão é Google Analytics, para entender quantas pessoas visitam e contratam, e Meta Pixel, para medir o resultado de anúncios — esses recursos só serão carregados depois do seu aceite num aviso de cookies, e esta página será atualizada antes disso. Recusar não impede o uso do site nem a contratação.

Na tela de contratar, a verificação "Não sou um robô" do hCaptcha usa cookies e armazenamento técnicos, necessários para ela funcionar; eles não servem para publicidade do aiGenda.

Para saber a origem do cadastro (seção 4), a tela de cadastro guarda os parâmetros da visita só na aba aberta do navegador (armazenamento de sessão, apagado ao fechar a aba), sem cookie e sem ferramenta de terceiro. Guardamos também registros técnicos de erro do painel (endereço da tela e identificador da conta), usados apenas para corrigir falhas.

7. Transferência internacional de dados

Parte dos prestadores listados acima fica fora do Brasil, principalmente nos Estados Unidos — é o caso de Meta, OpenAI, Supabase, Vercel, Stripe, Resend, hCaptcha, Anthropic e GitHub. Isso significa que dados tratados pelo aiGenda, inclusive conteúdo de conversas, são processados no exterior.

Essa transferência acontece para executar o contrato com a clínica e viabilizar o serviço, e está amparada nos contratos firmados com cada prestador, que impõem obrigações de proteção de dados equivalentes às exigidas pela legislação brasileira. A clínica, ao contratar, está ciente dessa condição, e pode pedir a relação atualizada dos prestadores pelo e-mail de privacidade abaixo.

8. Por quanto tempo guardamos os dados

Enquanto a clínica for cliente, os dados ficam guardados para o serviço funcionar — com estas exceções, que saem antes, sozinhas:

  • Arquivos do Chat ao Vivo (fotos, áudios, vídeos e documentos): apagados após 6 meses, ou antes, se o limite de espaço da conversa ou da clínica encher — os mais antigos saem primeiro. O registro das mensagens continua (ver seção 5 dos Termos de Uso);
  • Parte técnica do registro da assistente (o pedido completo enviado à inteligência artificial e a resposta bruta dela): apagada após 7 dias. Continuam guardados o que quem agendou escreveu, o que a assistente respondeu e o que ela fez;
  • Avisos brutos que o WhatsApp envia ao sistema (que incluem cópia das mensagens recebidas): apagados após 7 dias;
  • Registros técnicos de erro: apagados após 30 dias;
  • Registro de acesso ao painel (data, hora e IP): guardado por 6 meses, porque a lei obriga, e apagado depois. Fica sob sigilo — ninguém da equipe consulta, e só é entregue por ordem judicial. Por ser obrigação legal, não sai antes dos 6 meses, nem com o pedido de exclusão da conta ou da clínica.

O que a clínica apaga pelo painel — conversa, contato ou cliente — sai na hora. Ao apagar uma conversa, saem junto os registros da assistente e o texto dos áudios dela; os arquivos anexados saem na limpeza automática diária.

Plano Grátis. Os dados de uma conta do plano Grátis, inclusive os de quem agendou com ela, ficam guardados enquanto a conta for usada, com as mesmas regras e exceções acima. Se a conta passar 12 meses sem nenhum acesso ao painel e sem nenhum agendamento novo, avisamos por e-mail ao responsável e, para empresa do Brasil, também por WhatsApp no número de avisos da conta (para empresa de fora do Brasil, só por e-mail), pelo menos 30 dias antes, e depois excluímos a conta e os dados dela (ver Exclusão de dados).

Depois do fim do contrato, os dados são apagados nos prazos e na forma descritos em Exclusão de dados, respeitada a guarda que a lei exige (como o registro fiscal).

Cópia dos registros num incidente de segurança. Se houver um incidente de segurança, guardamos uma cópia dos registros técnicos do sistema (que pode ter e-mail e endereço de IP de quem acessou e, eventualmente, telefone ou trecho de mensagem), no GitHub, só para investigar o incidente, por até 90 dias, e a apagamos quando a investigação termina. Base: legítimo interesse e dever de segurança e de comunicar incidente (LGPD, art. 7º, IX, 46 e 48). O registro de acesso ao painel não entra nessa cópia.

Cópias fora do sistema principal. Nossas cópias de segurança são diárias e guardadas por cerca de uma semana; um dado apagado pode continuar nelas até a cópia mais antiga vencer. A OpenAI guarda o que recebe na conta da clínica pelos prazos descritos na seção 3. Quando a clínica usa "Apagar dados" na janela de histórico de uma pessoa, o aiGenda pede à OpenAI, na mesma hora, que apague as respostas guardadas na conta da clínica sobre essa pessoa; se o pedido falhar, nada é apagado e a clínica é avisada. Apagar só uma conversa não faz esse pedido. Mesmo depois do pedido, a OpenAI pode manter por até 30 dias o que guarda para monitorar abuso, conforme a política dela.

9. Segurança

Adotamos medidas técnicas para proteger os dados, incluindo autenticação em duas etapas (2FA) opcional para contas de usuário, controle de acesso por papel dentro de cada clínica, e criptografia em trânsito. Nenhum sistema é 100% livre de risco, e trabalhamos continuamente para reduzir vulnerabilidades.

10. Seus direitos como titular de dados

Se você é paciente de uma clínica que usa o aiGenda (inclusive se agendou pela página pública) e quer exercer seus direitos LGPD (acesso, correção, exclusão, portabilidade, informação sobre compartilhamento, revogação de consentimento), o pedido deve ser feito diretamente à clínica, que é a controladora dos seus dados — e nós ajudamos a clínica a responder, com os prazos do Anexo de tratamento de dados dos Termos de Uso. Se o pedido chegar a nós, encaminhamos à clínica e avisamos você disso. Se você é uma clínica cliente do aiGenda, pode exercer esses direitos sobre os dados da própria conta entrando em contato pelo canal abaixo.

Fora do Brasil. Se a lei do seu país dá direitos sobre seus dados pessoais (por exemplo, o GDPR na União Europeia), vale o mesmo caminho: paciente pede à clínica, que é a controladora, e nós ajudamos; clínica pede direto a nós, pelo e-mail abaixo. Atendemos nos prazos da lei que se aplicar ao caso.

Os prazos de guarda e o passo a passo pra pedir exclusão estão em Exclusão de dados.

11. Contato

Dúvidas sobre esta política ou sobre tratamento de dados: privacidade@useaigenda.com.br.

12. Alterações desta política

Podemos atualizar esta política periodicamente. A data da última atualização está sempre indicada no topo da página.

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